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Just in time

Just in time (JIT) significa “no momento certo”. É um modelo japonês que procura eliminar estoques e agilizar a produção.
Armazena-se o mínimo de matéria prima em estoque, apenas em quantidade que permita manter o processo produtivo no momento. O número de fornecedores também é reduzido para o modelo funcionar de forma eficiente.
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O que é KanBan?

Kanban é um termo de origem japonesa e significa literalmente “cartão”ou “sinalização”.
Este é um conceito relacionado com a utilização de cartões (post-it e outros) para indicar o andamento dos fluxos de produção em empresas de fabricação em série.
Nesses cartões são colocadas indicações sobre uma determinada tarefa, por exemplo, “para executar”, “em andamento” ou “finalizado”.
kanban
A utilização de um sistema Kanban permite um controle detalhado de produção com informações sobre quando, quanto e o que produzir.
O método Kanban foi inicialmente aplicado em empresas japonesas de fabricação em série e está estreitamente ligado ao conceito de “just in time”.
A empresa japonesa de automóveis Toyota foi a responsável pela introdução desse método devido a necessidade de manter um eficaz funcionamento do sistema de produção em série.
O Kanban eletrônico (e-Kanban) é utilizado em substituição ao método físico, evitando alguns problemas como a perda de cartões e proporcionando mais rapidez na atualização do quadro de tarefas.
Atualmente, o Kanban é muitas vezes usado em conjunto com o Scrum, pois são duas metodologias usadas no desenvolvimento ágil de software.

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Tipos de kanban

Kanban Contenedor: funciona em situações que existem contenedores específicos para casa tipo de item, pode-se substituir o cartão Kanban por uma cartão afixado diretamente no contenedor com todas as informações necessárias a sua movimentação ou produção. Ao serem requisitados os itensdesse contenedor pelo cliente, o contenedor ficará vazio e, de imediato, autorizará sua reposição. 

Quadrado Kanban: tem a função de identificar no chão de fábrica um espaço predefinido, ao lado do centro de trabalho, geralmente linhas de montagem, com capacidade para um número predeterminado de itens. A reposição se dará no momento 5 em que esse quadrado Kanban ficar vazio, sendo então preenchido todo o espaço do quadrado kanban com novos itens. 

Painel Eletrônico: refere-se a um painel com lâmpadas coloridas (verde, amarela e vermelha) para cada tipo de item, junto ao centro de trabalho do produtor, pode ser empregado para acelerar o fluxo de informações em relação ao método de cartões kanban convencional. Nesse método, sempre que um usuário consumir um lote de itens, ele aciona eletronicamente o painel de seu fornecedor, que estará autorizado a produzir o item. A medida que as solicitações de item forem acumulando-se, as lâmpadas correspondentes ao nível de urgência acenderão. Quando o centro do trabalho fornecedor concluir um lote, ele acionará um painel para desativar a lâmpada correspondente. 

Kanban Informatizado: funciona através da utilização de computadores, dispositivos de entrada e saída de dados, e de uma rede de comunicações para interligar diferentes pontos produtivos entre si, inclusive fornecedores externos. Uma aplicação deste sistema em uma indústria funciona da seguinte maneira: o almoxarifado de produtos acabados, ao se expedir um lote de produtos, o código de barra do cartão Kanban é lido e o cartão destruído, a informação então é processada por um computador que autoriza a impressão de um novo Kanban, semelhante ao anterior, junto ao centro produtor responsável pela produção do item expedido.


 Os quatro tipos de kanbans descritos acima nada mais são do que variações de uma mesma ferramenta de programação e controle de produção, pois todos eles possuem estas funções e apesar de funcionarem através de recursos diferentes são capazes de gerar os mesmo resultados, dependendo apenas do modo como o sistema produtivo consegue operacionalizalos.
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Regras de funcionamento do sistema kanban

Assim como qualquer tipo de ferramenta de produção, o sistema Kanban necessita de condições para que seja posto em funcionamento. Estas condições encontram-se expressas abaixo na forma de cinco regras, proposta por Villar et.al (p. 249, 2008):
Regra 1: o processo subseqüente (cliente) deve retirar do processo precedente (fornecedor) os itens necessários apenas nas quantidades e no tempo necessário. Em outras palavras, não se pode retirar nenhum tipo de item sem o correspondente Kanban que a ele é associado e as quantidades estabelecidas no Kanban têm que ser rigorosamente obedecidas.
Regra 2: o processo precedente (fornecedor) deve produzir seus itens somente nas quantidades requisitadas pelo processo subseqüente. Isto significa dizer que qualquer produção superior ao estabelecido nos kanbans é terminantemente proibida e que quando vários tipos de itens são produzidos há que se obedecer à seqüência original dos kanbans.
Regra 3: produtos com defeitos não devem ser liberados para o processo subseqüente. Esta regra estabelece um pré-requisito para o funcionamento do sistema: trabalhar com qualidade.
Regra 4: o número de kanbans no sistema deve ser minimizado, objetivando manter as mínimas quantidades em estoque de itens em processo. A idéia é motivar os responsáveis pela produção na busca permanente de soluções que reduzam os inventários dos itens.
Regra 5: O sistema kanban é usado para adaptar-se à pequenas flutuações na demanda. Os sistemas tradicionais não permitem uma reação rápida nas reprogramações, mesmo se tratando de pequenas flutuações.
Conforme o conjunto de regras citados acima, percebe-se que o sistema Kanban de produção se aplica essencialmente a sistemas produtivos puxados que se caracterizam por evitar ao máximo os estoques em processo, bem como o estoque de produtos acabados. Além do mais, 7 as regras acima apontam para a existência de um sistema de produção, cujo foco consiste em produzir a quantidade certa, no tempo certo e exatamente de acordo com as especificações requisitadas.
Vale salientar ainda que o sistema kanban não oferece suporte a sistemas produtivos com grandes flutuações em sua demanda, fato que o torna impraticável em situações onde existe uma grande imprevisibilidade de requisições por parte dos clientes. A seguir encontram-se os resultados referentes a este estudo, bem como as considerações finais em torno dos principais aspectos observados ao longo de sua realização
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Origem do sistema kanban de produção

Após a Segunda Guerra Mundial, o pólo industrial japonês entrou em declínio e passou a enfrentar uma das maiores crises econômica de sua história. Com a finalidade de se reerguer, as empresas japonesas buscaram formas de melhorar seus sistemas de produção, implementando novas tecnologias, reduzindo custos e visando atingir o maior grau de produtividade possível. Devido a todas estas adversidades, funcionários da Toyota Motor Company – Indústria de Caminhões – realizaram várias visitas às organizações americanas, tentando conhecer seus processos de produções em massa que posteriormente poderiam ser implantadas no Japão. No entanto, as condições do mercado local não permitiam que o sistema de produção em massa 3 americano pudesse ser implantado no Japão, assim precisaram adaptar este sistema à sua realidade. Realidade esta, que possuía uma demanda limitada e uma necessidade de variedade de produtos. Neste contexto, foi que surgiu a filosofia JIT. Essa filosofia buscava adquirir a eficiência da produção através da redução total de desperdício. Ela foi desenvolvida como uma metodologia inovadora, que necessitava produzir de acordo com a demanda e nas condições desejadas pelos consumidores MONDEN (1984). O Sistema JIT parte da idéia parte da idéia de que se deve produzir o necessário na quantidade necessária e no momento exato. Este sistema busca reduzir ao máximo o estoque, ampliando o comprometimento com os clientes e fornecedores (internos e externos) dentro de um alto grau de confiança. Com isto reduz os custos com estoque e aumenta o capital de giro. Este sistema também aumenta a qualidade de fabricação, pois os problemas fabris começam a aparecer e são tratados em suas fontes, fazendo que a qualidade seja um objetivo desde o início da fabricação e não apenas ao concluir o produto. Conforme aponta Ghinato (1995), Taiichi Ohno - proprietário da Toyota - observou em um supermercado nos Estados Unidos que as mercadorias eram organizadas e distribuídas em uma prateleira, onde havia um pequeno cartão com as informações necessárias, de maneira que o próprio consumidor retirava a mercadoria, e a reposição da mesma na prateleira era realizada conforme a demanda do produto. A este sistema de cartões foi dado o nome de Kanban, que em japonês quer dizer “Cartão de Reposição”. O sistema Kanban só obteve pleno funcionamento na Toyota Motor após 12 anos de implantação e melhorias. Só após este período – 1950-1962 – é que outras organizações começaram a estudar e aderir ao sistema OHNO (1997). De acordo com Tubino (2000), o sistema de kanban foi desenvolvido na década de 60 pelos engenheiros da Toyota Motors Cia. Com o objetivo de tornar simples e rápida as atividades de programação, controle e acompanhamento de sistemas de produção em lotes. Sabe-se que após seu surgimento, o sistema kanban de produção passou a fazer parte de muitas indústrias japonesas que, em decorrência do cenário econômico no qual estavam inseridas, necessitavam de um modelo de produção que lhes possibilitasse maior flexibilidade e agilidade produtiva, garantindo assim um melhor atendimento às necessidades de seus clientes. Neste sentido, sua aplicabilidade tem se tornado cada vez maior nos mais variados tipos de sistemas de produção, haja vista as vantagens que esta ferramenta proporciona. A sessão seguinte evidencia alguns aspectos relativos à aplicabilidade do kanban. 
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